Página Principal Adicione aos Favoritos Recomende o site Contato Cadastre-se Login Cesta de Compras
Reflexão
Página Principal
Quem Somos
Família
Teologia
Devocionalidade
Liderança
O que é Reflexão
Meditações Diárias
Áudio
Vídeo
Materiais
Galeria de Fotos
Destaque
Encontros de Reflexão
Contato
Conferências Seminários Retiros Espirituais Palestras Casamento Relacionamento Famíliar Educando Filhos Espiritualidade na Família Desafios e Atualidades Culto Doméstico Teologia Bíblica Teologia Pastoral Eclesiologia Teologia Reformada Teologia Pentecostal Desafios Teológicos Oração Jejum Estudo das escrituras Silêncio Solitude Adoração Espiritualidade Cristã Cds das Mensagens Notas dos Sermões Livros Apostilas Boletim Impresso
Newsletter
Cadastre-se aqui para receber nossos e-mails informativos:
Nome:
E-mail:
Descadastrar  
SOS Família
Vídeos
Liderança
“ Eu sou o homem que com a máxima ousadia descobriu o que já fora descoberto antes”.
G. K. Chesterton

Reparando bem, nós (seres humanos) temos a tendência de imortalizar os maus exemplos. Muito mais fácil lembramo-nos de líderes corruptos, sanguinários, xenófobos e autoritários, do que de outras personalidades reconhecidamente marcadas pela generosidade e a integridade. Talvez seja porque queiramos que os mais jovens conheçam os prejuízos que gente deformada é capaz de causar quando está no poder. Mas, talvez esta tendência de manter viva a memória dos piores, seja porque a gentileza, a doçura e a honestidade, não atraiam a atenção ou o interesse dessa geração. Se for isso, então fomos tomados por uma esquizofrenia social pandêmica; em linguagem popular, estamos todos doentes da cabeça e do coração.

Seria bom que a Igreja destoasse do mundo em geral, mas, infelizmente, ela segue a tendência de imortalizar os piores, com raríssimas exceções. Convencida de que sucesso pode ser medido por alto desempenho, ela vai sepultando os bons exemplos em urnas baratas e cerimônias vazias, enquanto abusa do direito de relativizar dizendo: fulano é desonesto, mas sua igreja está cheia...; ele é mentiroso, mas o poder de Deus opera...; fulano não lida bem com dinheiro, mas...

Querer construir um estilo de liderança baseado em bom exemplo, num ambiente que respira hostilidade contra o que se supõe ser uma fraqueza, não é só sinal de coragem, mas de espiritualidade amadurecida.

Nesse espaço, queremos encorajar líderes cristãos (leigos e clérigos) a construírem sua história entre o rebanho de Deus, livres da “necessidade” de importarem modelos empresariais de liderança, imaginando que seja a última boa idéia para se ter um ministério próspero. Queremos propor a aposentadoria dos mapas e gráficos; no lugar deles, incentivar o despertamento pelo indivíduo, pela convivência, pela conversa solta e pelo olhar atento, na esperança de que possamos amortizar o débito relacional com os que sustentam o que chamamos de ministério.

Nesse espaço vamos incentivar o tempo com Deus e a construção de um estilo de liderança sacerdotal, aquele que é marcado por rotinas espirituais, integridade de caráter e humanidade. Mas, se você se sentir à vontade com os termos: gerenciamento, gráfico de crescimento, produtividade e outros de conteúdo semelhante, então a leitura desses artigos será uma chatice, um verdadeiro sacrifício. Mas, se desejar enfrentar a miopia popular e partir para a construção de um estilo ministerial menos impessoal, então mergulhe fundo e descubra quanta riqueza guarda o silêncio e o anonimato.

Se liderar é influenciar, então decida gastar a vida influenciando com a própria vida.

Com amor!
Pastor Weber

Reflexão
Desenvolvido Por: Lógica Digital